
Poderíamos ter sido tanto. Nós poderíamos ser aquele passarinho que pousa na sua janela, todos os dias de manhã, que voa sempre, com a certeza de voltar, todos os dias. Poderíamos ter sido o meu livro de cabeceira, ou até mesmo o chá quentinho que fazemos de tarde. Ou então, poderíamos ter sido o cobertor que deitamos, e depois deixamos jogado em cima da cama, poderíamos nos aquecer todos os dias. Poderíamos ter sido a história que virou produção de filme de Hollywood. Poderíamos ser qualquer coisa maravilhosa no Cosmo eterno que é a vida. Com tantas coisa pra sermos, meu bem, escolhemos ser apenas desamor.
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